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Game Black Ops obriga jogador a fugir de chuvas de balas e trabalhar em grupo

18 de novembro de 2010 | Em Lançamentos | 244 visualizações | Por

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call of duty black ops

Polêmicas nos games servem mais às manchetes e às empresas que os desenvolvem do que aos jogadores. E com Call of Duty: Black Ops não é diferente. A missão para assassinar Fidel, que se passa em 1961, repete a fórmula publicitária da edição anterior, Modern Warfare 2  (MW2), em que o jogador faz o papel de um agente infiltrado em um grupo terrorista e participa de um atentado em um aeroporto, massacrando centenas de inocentes.

Mas, diferente da missão para matar Fidel, a fase polêmica do ano passado era opcional em MW2 e não importava para a trama. Como a reportagem verificou jogando Black Ops, por mais desconfortável que a descrição das fases possa parecer, o jogador passa batido pelas polêmicas: o que interessa é a divertida sensação estressante de desviar de chuvas de balas e trabalhar em grupo para vencer as batalhas – tanto na versão multiplayer online quanto nas operações especiais – que desta vez se desenrolam na década de 1960, o período mais tenso da Guerra Fria.

Nesse sentido, pouca coisa muda na nova versão de Call Of Duty, que continua tão envolvente quanto os últimos títulos da série.

De Ivaiporã/PR, Engenheiro de Computação, Administrador do Grupo Dicas em Geral. Apaixonado por Tecnologia e Informática.



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