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Intel lança chip antipirataria que vai permitir distribuição de filmes pela internet

7 de janeiro de 2011 | Em Notícias | 184 visualizações | Por

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Um microprocessador mais seguro e com melhor qualidade de imagem: a nova família de chips Sandy Brigde, apresentada pela Intel na CES (Consumer Electronic Show), em Las Vegas, nos Estados Unidos, é vista pelas empresas de cinema como uma solução que vai permitir a distribuição de filmes pela internet.

Até agora, com medo da pirataria, a Warner Brothers havia evitado colocar, na rede, filmes em alta definição ou em 3D.

sandybridge TL antipirataria

Vocês acabaram com a nossa desculpa”, declarou o presidente da Warner Brothers Home Entertainment, Kevin Tsujihara, durante uma apresentação da Intel na CES.

- O Sandy Bridge permite que transmitamos nossos conteúdos em nível mundial.

“Este é o melhor produto que já construímos”, disse o diretor-geral Paul Otellini, prometendo um desempenho de alta qualidade para jogos, imagens e filmes, em um contexto no qual o entretenimento é cada vez mais consumido na online e no computador.

Esses chips já equipam toda a série de aparelhos, telefones, computadores portáteis e de mesa apresentados nesta semana na CES.

Além da Warner Brothers, vários estúdios de cinema, como 20th Century Fox e DreamWorks, bem como o indiano Yash Raj Films, trabalharam com a Intel para ajudar a desenvolver um dispositivo antipirataria para o Sandy Brigde, o que pode marcar a chegada de uma nova forma de distribuir filmes.

Esses estúdios oferecerão seus filmes para computadores equipados com Sandy Brigde por meio de serviços de difusão online como o Cinema Now. As imagens poderão ser, em seguida, redirecionadas do computador para o aparelho de TV.

Além de beneficiar a indústria do cinema, os chips Sandy Bridge são igualmente poderosos para gerar sistemas de reconhecimento de movimento, o que é promissor para o mundo dos jogos.

O vice-presidente da Intel Shmuel Eden disse que “finalmente temos poder suficiente para permitir interação em tempo real entre nós e o computador”.

- Em breve, poderemos capturar a imagem de meu rosto e poderei ser o herói – ou se preferirem, o vilão – do jogo.

Segundo Eden, os avanços permitidos pelo Sandy Bridge são tantos que daqui a dois ou quatro anos, os teclados serão tão ultrapassados que vão parecer coisa da “Idade Média”. “Em pouco tempo, não saberemos mais se estamos no mundo real ou no mundo virtual”, acrescentou.

Para Otellini, o Sandy Bridge representará mais de um terço das vendas da Intel a partir deste ano e gerará R$ 210 bilhões (US$ 125 bilhões) em número de negócios para o setor de computadores. O modelo foi desenvolvido para equipar cerca de 500 aparelhos diferentes.

De Ivaiporã/PR, Engenheiro de Computação, Administrador do Grupo Dicas em Geral. Apaixonado por Tecnologia e Informática.



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